5 Comments

  1. rossanna
    29 de outubro de 2012 @ 15:06

    Participei ontem, dia 28, de um ato no centro do rio de janeiro. eis aqui um vídeo que solicito que divulguem, de uma índia que vive no antigo museu do indio, conhecido agora como aldeia maracanã e que o sr governador Sergio Cabral quer colocar abaixo para construir “melhorias para a copa do mundo de 2014”. ela começa discursando emocionada em tupi-guarani mas após pouco mais de um minuto fala em nossa língua emprestada e é emocionante. vale a pena ser divulgado.
    http://www.youtube.com/watch?v=h8HBMhNNHaw

  2. Quem vai proteger a Aldeia Maracanã? | Canal Ibase
    8 de janeiro de 2013 @ 19:51

    […] A luta da Aldeia Maracanã pela sobrevivência não é recente. Desde 2006, quando a ocupação foi instaurada no prédio onde funcionava o Serviço de Proteção ao Índio (SPI), o grupo de índios de diferentes tribos que cuidam do local desejam criar um Centro Cultural Indígena. No entanto, pela sua proximidade com o Maracanã, o sonho dos índios está no caminho dos planos traçados para a Copa do Mundo de 2014. A intenção do governo do Rio de Janeiro é despejar os ocupantes da Aldeia Maracanã, demolir o prédio e construir um estacionamento. Tendo em vista o destino trágico do que poderia ser um importante espaço de conhecimento, a sociedade carioca se mobilizou para mostrar a sua insatisfação com as determinações do governador Sérgio Cabral. No entanto, até agora nada parece ser suficiente para salvar a ocupação indígena e os rumores de um despejo próximo estão cada vez mais fortes. Na tentativa de mobilizar ainda mais pessoas e dar mais visibilidade ao que está acontecendo ali tão perto das grandes obras do Maracanã, o professor Urutau Guajajara fala nesse vídeo sobre a importância do espaço e convoca a população a ficar de olho no que está acontecendo e ajudar a proteger a Aldeia Maracanã. “Até hoje, ao longo desses 500 anos, nunca houve um entendimento entre o conhecimento tradicional e o conhecimento científico. Esse espaço está sendo no momento esse intercâmbio entre o conhecimento tradicional e o científico. Aqui tem aula de Tupi Guarani, eu sou professor de Tupi Guarani. Tem aula de artesanato, de pintura corporal, de jenipapo, tem aula de todo o tipo de arte indígena. Canto, dança, manifestação cultural… Isso daqui é já uma universidade indígena, não reconhecida pelo governo federal. Então nossa luta é para que se transforme esse espaço, se revitalize esse espaço e que ele seja entregue para nós, indígenas, administrarmos”, disse Guajajara. […]

  3. Um passeio pela Aldeia | Canal Ibase
    25 de janeiro de 2013 @ 20:15

    […] Não é preciso muito tempo para perceber que a Aldeia Maracanã é mais do que um prédio ocupado ou um movimento político. Por trás da resistência que ganha cada vez mais força e adeptos, está recortado ali um pedaço da história. Mais do que a história do prédio, a história de cerca de trinta etnias indígenas que vivem no Rio de Janeiro tendo como porto aquele espaço. Nos últimos dois meses, este povo tem alternado gritos e suspiros, num constante estado de tensão causado pela insistência do governo do Estado em demolir o prédio para construção de um estacionamento. […]

  4. Vírus Planetário – Um pouco de guerrilha para a comunicação
    28 de janeiro de 2013 @ 19:27

    […] que começa a ser articulada com os movimentos sociais. A ideia é que a universidade seja um legado social da Copa e das Olimpíadas em respeito à cultura indigenista […]

  5. Um pouco de guerrilha para a comunicação | Canal Ibase
    29 de janeiro de 2013 @ 17:26

    […] que começa a ser articulada com os movimentos sociais. A ideia é que a universidade seja um legado social da Copa e das Olimpíadas em respeito à cultura indigenista […]