5 Comments

  1. Alcebiades Abel Filho
    22 de junho de 2012 @ 00:27

    Somente a força e a determinação da mobilização da sociedade, sera capaz de mudar a submisão que o governo federal tem do sistema econômico internacional, A presidenta Dilma, não pode macular a sua biografia neste momento histórico, por omissão ou covardia, foi eleita para atender as verdadeiras necessidades da populaçãq brasileira. Este projeto Belo Monte é uma violação a nossa soberania.

  2. Luiz Carlos R.Cruz
    30 de junho de 2012 @ 16:41

    Não assisti o documentário, como um todo.
    As notícias recebidas desta obra, são as piores possiveis.Recentemente, escutei um depoimento de um operário da Camargo Correa, que denunciou a Força Nacional(repito, Força Nacional), que o torturou para obter informação sobre um incendio que ocorreu num canteiro de obras.
    Por outro lado a Academia ( Pinguele Rose – Dir da Coppe/UFRJ), tem dito que a tecnologia utilizada, já não causa tantos danos como antigamente.A polêmica está criada – É prudente ouvir a Academia / Coppe-UFRJ.
    A Dilma, já mostrou a que veio, não devemos esperar muito dela, pois ao se aliar com o pior – Maluf e tudo aquilo que ele representou e representa de pior da nossa sociedade.É preciso abrir a discussão a nível nacional, para dar uma transparência que o assunto requer.

  3. O. Smirnoff
    17 de agosto de 2012 @ 13:14

    Cabe lembrar que essa é uma questão estratégica para o desenvolvimento do país, principalmente num momento em que se expõe nossa grande necessidade de energia e a dependência de Itaipu (estrategicamente co-financiada pelos ianques para Brasil e Paraguai). Isso não quer dizer que se tenha que fazer vistas grossas às irregularidades mas que se deve negociar, porém abdicar da construção da usina é algo que não pode ser colocado como viável. Demais, as reinvindicações são justas e devem ser atendidas pelo governo.

  4. Gaulia
    13 de outubro de 2012 @ 01:50

    Como cidadão brasileiro fico preocupado com a transparência das informações divulgadas pelo Governo Federal e seus excessos ufanistas – bastante similares aos discursos do período militar. É fato notório a falta de um diálogo nacional e permanente sobre o projeto e suas consequências, especialmente nas questões ligadas aos Direitos Humanos e impactos na floresta. O cálculo econômico de curto prazo fala mais alto que a consciência socioambiental de longo prazo.Não há alternativas? Quem ganha realmente com esta obra? Quem vai realmente cumprir todas as promessa feitas?

  5. MAURICIO TESSITORE
    31 de outubro de 2012 @ 12:37

    É uma produção séria. Belomonte nào interessa a nos brasileiros de qualquer região do país. Parece que os recursos vão se esgotando e o projeto não para.
    Proponho a organização de manifestações públicas , de constrangimento moral ao consulado francês no Brasil, e nas sedes da Alstom aqui no Brasil. Contatos na França e outros países podem ajudar,
    procuremos contato com as pessoas e entidades que participam deste documentário.