3 Comments

  1. Tarcisio Barbosa Queiroz
    12 de julho de 2012 @ 23:21

    Concordo com mais estudos sobre a possibilidade da descriminalização dos usuários e de plíticas de saúde para os dependentes químicos, porém o incômodo mesmo é comprar de um traqficante cuja prática é um financiamento sim de organizações criminosas. O dinheiro da minha “dolinha” vai para compra de armas e pronto. Isso é incomodo. Discriminalizando dessa forma eu livro minha cara mas não livro a sociedade da violência. Precisamos pensar em eliminar a figura do TRAFICANTE eu me sentiria bem em comprar minha maconha na feira de rua, como o fumo de rolo do nordeste. No PSF, por exemplo se compraria a cocaína. Tudo caro demais como um maço de Carlton.
    É complexo, um desafio que merece urgencia frente a ofenciva do Crack em todo o país.
    Boa sorte para todos nós.

  2. Henrique
    15 de julho de 2012 @ 14:07

    Legalize, licencie o mercado, vendedores e produtores, cobre imposto e prenda apenas os que sonegarem e continuarem na cladestinidade. Com o dinheiro do tráfico, o Brasil vai ganhar uns milhões (ou até bilhões) para a receita e a legalização ainda diminuirá os altíssimos custos da polícia. Com o dinheiro, dar-se-á para custear tratamentos e programas educativos. É um cenário muito mais justo do que a situação atual em que a atual. Em relação à droga Colombiana ou o de onde vier, sendo que no país estrangeiro ainda seja ilegal a produção e comercialização da droga, daí teria que continuar a ter uma forte presença de segurança nas froteiras contra qualquer droga que chegue aqui. Legalizar o produto nacional que andem com as taxas em dias e punir os produtos ilegais, seja ele clandestino ilegal ou estrangeiro sem autorização de entrar no país. Isso o mesmo se vale com qualquer outro produto, seja ele uma garrafa de bebida ou roupas.

  3. Marcia
    16 de julho de 2012 @ 01:34

    É só ver Tropa de Elite 1 e 2 ! Mais nada!