2 Comments

  1. ildeu manso vieira junior
    29 de junho de 2012 @ 20:18

    Fabuloso. Certamente logrará introjetar na história uma vontade de potência manifesta.
    O que seriamos nós sem a utopia possível tangível no horizonte de possibilidades?
    A dinâmica avassaladora que a tudo incorpora, inclusive nosso discurso anti sistema, digere as contradições e as transformam em luxo – lixo.
    Produtos, obsolescência, ganância.
    Aquela vontade danada de resgatar o paraíso perdido em nossa imaginação é o que me move. Então mãos à obra com os pés no chão e a mente no ar – voar -amar.
    Viva a Vida.

  2. Everton Luís Sanches
    4 de outubro de 2012 @ 00:40

    Houve um tempo em que falar sobre as transformações sociais e defender os direitos compartilhados por todos para todos não era aceitável. A Declaração mostra que cada vez mais esse tempo está ficando no passado e que a democratização da palavra, da defesa transparente da humanização da sociedade estão hoje no bojo das principais discussões de nosso tempo. Contudo, é a implementação que nos preocupa, a responsabilização de todos pelo bem de todos e o cumprimento do papel de cada um, tomando a palavra e transformando a própria cultura, assim como a prática social. Abandonar o paradigma da competição e partir para a cooperação talvez seja o maior desafio da atualidade. Faço os mais sinceros votos de que isso configure o quanto antes algo tão concreto quanto o direito à palavra que agora exercemos.