7 Comments

  1. luiz antonio
    15 de maio de 2013 @ 17:33

    Isso , nao vai parar até 2016, qunado vao fazer um retrospecto do arraso e dar o ponto final que é remover todos da zona sul,, se restarem até lá.. Acorda Carioca,estao roubando sua identidade..

  2. Laura
    15 de maio de 2013 @ 18:29

    Olha eu já falei com meus vizinhos que a qualquer hora, em qualquer lugar todos nós somos candidatos a isso. Chego a me sentir muito mal com essa atrocidade!

  3. Amelia Gonzalez
    15 de maio de 2013 @ 20:59

    Acho importante o trabalho que vocês estão fazendo, porque só assim é que se vai ter ideia do que acontece por baixo dos panos do nosso desenvolvimento a todo custo. Não sou contra a mudança, não sou contra a tentativa de se viabilizar projetos internacionais porque isso faz parte do jogo, de uma forma ou de outra, e seria romântico demais pensar em deixar o Rio fora dessa. O que precisa mudar e isso só vai acontecer com pressão popular, é a maneira como estão acontecendo as remoções. Não pode achar que u ma família vai conseguir alguma coisa com 18 mil reais, justamente numa cidade que está tentando acabar com as favelas. Isso é paradoxal, é querer que essas pessoas vão parar nas ruas

  4. arcelina helena
    17 de maio de 2013 @ 12:33

    Atrocidade, escândalo, desrespeito!!!!! Que mais posso dizer??
    ESpero que a população afetada, assim como as pessoas conscientes desses desvarios, se mobilizem com muuitas faixas para denunciar durante os eventos. Que o mundo saiba o que fazemos.

  5. Olimpia Pacheco de Araujo
    17 de maio de 2013 @ 19:17

    Eu só lamento!! eles fazem o q. querm e fica por iso mesmo.Já lutei muito em Brasilia, por tudo e poe todos não vejo nada acontecer.Esta é a nova ditadura.

  6. Alerta internacional sobre violações de direitos no Rio | Canal Ibase
    23 de maio de 2013 @ 20:51

    […] De fato, o tema das remoções é delicado. Enquanto as obras para os megaeventos são exaltadas, 3.099 famílias já foram removidas eoutras 7.843 podem ser retiradas a qualquer momento. Os dados são do dossiê “Megaeventos e violação dos direitos humanos no Rio de Janeiro”, documento feito por moradores das comunidades afetadas e organizações como o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (Ippur) e a ONG Justiça Global. O trabalho não foi fácil, já que o poder público não age com transparência, dificultando o acesso às informações referentes aos seus planos, nem mesmo com as famílias envolvidas, como mostramos em reportagem na semana passada. […]

  7. sonia
    27 de maio de 2013 @ 14:18

    Não existe ética e muito menos respeito .Uma vergonha.