4 Comments

  1. Caesar
    5 de abril de 2014 @ 18:10

    Um amigo morador da Maré diz que na verdade o comércio está é mais movimentado. Relata inclusive que o gatonet já foi restabelecido.

  2. Jonas Rabello Alves
    7 de abril de 2014 @ 00:59

    A ocupação da maré pela policia e o exercito, sem levar serviços e projetos de melhorias para os moradores, é simplesmente um palanque do governo do estado para o candidato pezão.

  3. Bruno Guimarães de Castro
    7 de abril de 2014 @ 12:20

    Ainda não tenho opinião formada sobre as UPPs. Em Niterói ainda não chegou e moro muito longe dos locais onde elas estão sendo implantadas. Sei que todos os jornalistas têm um lado e isso acaba por influenciar,e muito, os textos e as reportagens.
    Com toda certeza esse texto é esclarecedor.
    Não tenho noção do quanto é difícil levar políticas públicas para dentro das favelas: saneamento básico, escolas etc. Isso realmente leva tempo (as licitações são demoradas – e superfaturadas). Mas não tenho visto iniciativas do setor público nessa direção.
    Quanto à militarização das favelas, acho isso muito perigoso. A PM já mostrou que é capaz de matar uma juíza e isso é preocupante. O trabalho dos jornalistas que não da grande mídia televisiva é essencial nesse momento.
    Temos realmente que cobra do poder público políticas públicas.
    Enquanto isso fico torcendo para que a política de legalização no Uruguai dê certo e sirva de exemplo para o Brasil, que tanto sofre com essa guerra às drogas!

  4. Luiz Carlos Ramos Cruz
    9 de abril de 2014 @ 14:45

    Upp para que e pra quem ?
    Deste jeito, podermos compará-la ao Dopps do período ditatorial iniciado em 1964 e que perdurou por longos 21 anos.
    30 de março de 2014 – É uma conicidencia de data, ou uma provocação para lembrarem que as sombras da ditadura ainda estão presentes no seio das forças armadas ?