12 Comments

  1. Juramar Vargas
    18 de novembro de 2012 @ 13:04

    Talvez eu esteja errado,mas penso que a unica forma de os Indios protegerem sua cultura é se apropriando da cultura branca.
    Existe o risco de contaminação?Estamos num tempo de adequações onde o consumo é voraz,inconsequente e destruidor.Nós Indios,sempre estivemos no caminho, o roubo de nossas culturas,a nossa morte sempre premeditada,até quando?Sou decendente guarani,minha familia está desaculturada a mais de 150anos.

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  2. Flávia
    18 de novembro de 2012 @ 15:09

    Texto fantástico!

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  3. Tv Meio Ambiente | Guarani Kaiowá e as perversidades do senso comum
    19 de novembro de 2012 @ 15:01

    […] Publicado originalmente no site Canal Ibase. Veja a Fonte da […]

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  4. Larissa Leal Gonçales
    20 de novembro de 2012 @ 11:35

    Excelente prisma. E acredito com sinceridade que o caminho de saída deste nosso paradigma de crescimento X desenvolvimento passa necessariamente pela revisão dos valores que nos é presenteada com a convivência com as culturas originárias. Temos tanto a aprender!

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  5. Larissa Leal Gonçales
    20 de novembro de 2012 @ 11:39

    Enquanto os indígenas caminham sobre a terra mantendo a consciência de onde vierem e para onde vão, nossa sociedade serve para… consumir! É vergonhoso como humano.

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  6. Eduardo de Andrade Machado
    20 de novembro de 2012 @ 21:21

    Este texto deveria ser reproduzido em cópia impressa e divulgado nas redes estaduais e municipais de ensino de todas as instâncias, visto que – como o próprio texto comenta – as pessoas estão presentes nas instituições de formação para o engrandecimento do Estado mas não percebem-se como agentes estatais senão na forma de invalidar o que o Estado deveria promover, e ocorre então essa atrofia acusada no texto. Divergindo um tanto da poética no encerramento do texto, o aperfeiçoamento de gestão, baseado na incorporação de gente com competência na área, que entenda a comunidade, que saiba como mediar o contado entre a função (teorética) ‘social’ do Estado e a fronteira flúida por si do contato entre indígenas e ‘não-indígenas’ pra levar condições estruturais básicas de atendimento de saúde e auxílio no empreendimento de trabalho sustentável – não esquecendo que há índio que se considera não indígena, e negro que considera-se não indígena, mesmo que tenha ascendência miscigenada, e branco miscigenado que considera-se indígena mas é tomado socialmente como não-indígena. Ademais, belo texto.

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  7. Paulo
    20 de novembro de 2012 @ 21:57

    A geógrafa Berta Becker já está de cabelos pra lá de branco de tanto manifestar a discussão a favor dos indígenas, e diz que os indígenas precisam de programa de atividade de trabalho. Só a FUNAI não dá conta, e descentralizar a instituição, o pessoal de Brasilia estão afastados ha muitos quilômetros da Amazônia, e tem que parar com esse romantismo e desenvolver atividades que utilize a floresta de forma sustentável, cientifica e tecnológica, e até extrai minérios com responsabilidade, que mal tem nisso.

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  8. Os Guarani Kaiowá e as perversidades do senso comum | Educação Bilíngue no Brasil
    21 de novembro de 2012 @ 10:59

    […] EB indígena, indígenas, Multiculturalismo Escrito por Renzo Taddei e publicado originalmente no Canal Ibase e posteriormente no Envolverde  Foto: Rosa […]

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  9. Roberta
    21 de novembro de 2012 @ 22:33

    Texto muito legal!

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  10. Sonia Lourenço
    23 de novembro de 2012 @ 00:07

    Você escreveu brilhantemente!

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  11. Cauê
    28 de novembro de 2012 @ 11:57

    Desconsiderando a má utilização do termo “política” à estruturação de poder dos indígenas, esse texto era aquilo que eu queria ler de alguém que pudesse entender do assunto (no caso antropólogos ou historiadores) há muito tempo!

    Caro colega Juramar Vargas, não sei se verá este meu comentário, mas mesmo assim expresso minha opinião sobre a sua. Não acho que você esteja errado. Na verdade não acho que seja uma questão de certo e errado. Bem como o Renzo Taddei tratou de mostrar, não importa se haverá ou que tipo de apropriação será feita por um ‘índio’. Ao meu ver, você pode se apropriar da cultura do branco e usar a seu favor, como índio, como pode negá-la, sei lá. Enfim, de todo modo você estará fazendo história, estará agindo com poder de decisão e de escolha que todxs, brancos e não-brancos, podemos ter.

    Só pra deixar claro: eu não sou branco. É só o que sei.

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  12. Hylton Sarcinelli Luz
    26 de dezembro de 2012 @ 21:09

    Parabéns pelo clareza como expôs suas idéias, situando muito bem a questão da serventia dos índios e dos demais cidadãos. Muito pertinente por nos obrigar a pensar sobre o que queremos ser e a quê servir.

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