6 Comments

  1. Amelia Gonzalez
    19 de abril de 2013 @ 19:53

    Muito boa reportagem. E muito bom que o Ibase esteja recuperando esse papel, como organização atenta às questões sociais sobretudo de uma parte do país onde a mídia do Sul/Sudeste, em geral , não chega. Já imaginaram o Betinho com uma internet nas mãos?

  2. Priscila Iglesias
    19 de abril de 2013 @ 23:02

    O pesquisador tocou num ponto muito importante, que em muitos casos não fica claro: a contribuição da empresa para o desenvolvimento efetivo do município.Lembro que o governo municipal também deve ser responsabilizado por este desenvolvimento, inclusive por receber recursos advindos das atividades (royalties, impostos, etc).

  3. ALIRIO PEREIRA FILHO
    22 de abril de 2013 @ 12:10

    O atual sistema economico pressupõe como mais importante o lucro e acumulação do capital, não a preservação do meio ambiente e o bem estar das pessoas.
    Enquanto a elite das classes dominantes capitalistas estiverem ditando as regras, teremos eventos dessa ordem e também legislações evoluindo lentamente. A democracia pressupõe a participação e prevalescimento da opinião e benefício da maioria.

  4. Igor Rodrigues
    3 de maio de 2013 @ 22:12

    Excelente reportagem;
    Mas uns pontos que não minha opinião chega a ser ate um certo cinismo.
    A segurança do trabalhador é resguardada pela CLT e as mineradoras tem que respeitar o código ambiental vigente no nosso país.
    Tudo bem que as leis tem suas brechas mas não justifica só a partir do novo código da mineração cumprirem muitas dessas leis que já estão pre-estabelecidas. Mas se é para melhorar, que criem mais itens para este código.
    Agora um coisa que achei essencial foi a da questão social pois cidades dependentes de apenas uma unica empresa ficam sucateadas depois que a atividade exercida é abandonada.
    Temos que conseguir um forma que fique um legado, como saúde, recuperação do meio ambiente, infra-estrutura, saneamento básico e principalmente investir na educação da região.
    Para que com o fim da atividade a situação seja menos traumática para o que ficam e que tenham condição de seguir com um vida longe da miséria.
    Pode parecer utópico mas necessário.