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  1. No lugar da restinga, um porto | Canal Ibase
    9 de setembro de 2013 @ 22:09

    […] No entorno das obras do complexo do Porto Açu, a imagem é de um município em reconstrução. Em vez de lavouras, apenas a terra virgem, em alguns casos sofrendo processo de salinização – e, portanto, queda de fertilidade -, em função do uso de areia do mar para aterrar uma área de restinga. Em substituição às restrições de uso do solo, dado que o local é Área de Preservação Permanente (APP), houve uma autorização para construção de um empreendimento de alto impacto. E onde havia a maior faixa contínua de restinga remanescente do país, há hoje nada menos do que um distrito industrial. Nas palavras do especialista em história ambiental que acompanha o Porto do Açu de perto, Aristides Sofiatti, é uma tragédia ambiental anunciada com imensas repercussões sociais: […]

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  2. Violações de direitos humanos | Ibase - Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas
    9 de setembro de 2013 @ 22:37

    […] Violações de direitos humanos Compartilhar/Favoritos A equipe do Canal Ibase esteve no fim do mês passado no encontro Intercâmbio das Resistências contra o projeto Minas-Rio, em São João da Barra. O evento teve o apoio do Ibase, de pesquisadores do Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais (Gesta), da Universidade Federal de Minas Gerais, e da Universidade Federal Fluminense, além do Instituto Federal Fluminense (leia aqui a matéria do Canal Ibase). […]

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  3. No lugar da maior restinga, um porto | Observatório do Pré-sal
    10 de setembro de 2013 @ 19:34

    […] – No Açu, como em Belo Monte, o estado ocupa os territórios com grandes projetos, promove remoções e transfere terra e os negócios para grandes empresas. É o modelo de desenvolvimento em que o país tem de crescer a qualquer custo, mesmo que sejam dizimados laços, tradições e modos de vida. Os mais frágeis economicamente veem o poder público oferecer os territórios onde viviam aos mais ricos. No Rio de janeiro, com os megaeventos, vê-se a mesma lógica – diz Gabriela. Em uma publicação recente da AGB, o geógrafo Carlos Valter Porto Gonçalves afirma: “É do caráter de uma instituição como a empresa, movida por uma lógica econômica, encarar o mundo internacionalizado (entre os economistas é mais comum falar-se de globalização) como uma oportunidade de grandes negócios e, assim, perceber a dimensão ambiental mais como constrangimento que como um valor, no sentido filosófico do termo, isto é, como algo que empresta sentido à vida (…) Além da obtenção de uma Licença Ambiental, o que a dimensão ambiental consagra é o fim do direito absoluto de propriedade/dos proprietários, na medida que o impacto de um empreendimento, necessariamente, implica efeitos para “além dos muros” de uma determinada propriedade. A dinâmica da natureza também não se restringe aos limites das fronteiras das propriedades, aspecto que vem sendo sistematicamente negligenciado.” No caso do Porto do Açu, vale ressaltar: a dinâmica social, completamente envolvida pela ambiental, também está sendo negligenciada. […]

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  4. No lugar da maior restinga, um porto | Observatório do Pré-sal
    10 de setembro de 2013 @ 19:47

    […] a dinâmica social, completamente envolvida pela ambiental, também está sendo negligenciada. (Veja reportagem no Canal Ibase sobre como transformaram o Quinto Distrito num […]

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  5. Estado tenta invizibilizar atingidos de Conceição do Mato Dentro | Canal Ibase
    18 de setembro de 2013 @ 21:37

    […] que corta 32 municípios mineiros e fluminenses, e chega assim à cidade de São João da Barra, onde está sendo instalado o Porto do Açu, do empresário Eike Batista,  no qual a própria Anglo tem 49% no terminal de minério de ferro. A antropóloga Andréa […]

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  6. Estado tenta invisibilizar atingidos de Conceição | Observatório do Pré-sal
    19 de setembro de 2013 @ 17:36

    […] que corta 32 municípios mineiros e fluminenses, e chega assim à cidade de São João da Barra, onde está sendo instalado o Porto do Açu, do empresário Eike Batista,  no qual a própria Anglo tem 49% no terminal de minério de ferro. A antropóloga Andréa […]

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  7. Porto do Açu, um novo latifúndio | Boletim do MST Rio
    25 de setembro de 2013 @ 19:18

    […] do Açu, um novo latifúndio 2013-09-25Camila Nobrega e Rogério Daflon Do Canal Ibase Enviados a São João da […]

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