7 Comments

  1. isaura
    26 de janeiro de 2013 @ 13:12

    excelente, parabéns,;estamos aí juntos, contra a arbitrariedade e o descaso.

  2. ( E.V.S. )
    27 de janeiro de 2013 @ 10:40

    […] Conhecendo a Aldeia Maracanã […]

  3. Um pouco de guerrilha para a comunicação | Canal Ibase
    28 de janeiro de 2013 @ 18:58

    […] ritualística, repetida diversas vezes por Fernando Soares, membro do coletivo de comunicação da Aldeia Maracanã. Como se precisassem com urgência fazer ouvir inúmeras vozes silenciadas ao longo da história, o […]

  4. Vírus Planetário – Um pouco de guerrilha para a comunicação
    28 de janeiro de 2013 @ 19:25

    […] ritualística, repetida diversas vezes por Fernando Soares, membro do coletivo de comunicação da Aldeia Maracanã. Como se precisassem com urgência fazer ouvir inúmeras vozes silenciadas ao longo da história, o […]

  5. Carlos Daniel da Costa
    1 de fevereiro de 2013 @ 13:23

    O texto está muito bem escrito, parabéns!
    Entretanto é preciso ser cauteloso para emitir opinião sobre o assunto. Muitos dizem que aquela área era de várzea, não havia nenhum tipo de interferência indígena ali e que os índios que ocupam o espaço desde de meados dos anos 2000, não tem ligação nenhuma com a tribo que era presente naquela região, os Tamoios. E para piorar, grupos políticos defendem a causa não por estarem a favor dos índios, mas sim por não concordarem com a realização da copa de 2014. Já que a organização da mesma será feita por grupo rival as suas ideologias. Só acho um pouco de hipocrisia a defesa do prédio como patrimônio histórico arquitetônico justamente agora que esta questão domina. Por que essa defesa já não foi feita antes??? O prédio está abandonado a mais de 30 anos e raramente houve um movimento político ou da sociedade civil para preservá-lo! A tantas outras construções que fazem parte da história do Rio e do Brasil que estão e vão continuar abandonadas. Tenho certeza que, se o mesmo não estivesse no interesse destas lideranças indígenas que o ocupam, estaria abandonado até agora e, talvez, já estivesse até desabado devido a degradação do tempo.

  6. marta
    6 de fevereiro de 2013 @ 20:39

    Boa reportagem. Gostaria de partinhar. Saudacoes.

  7. Aldea Maracanã: sueños que no se venden al Mundial ni a las Olimpiadas | Cayo Hueso
    1 de abril de 2013 @ 10:56

    […] Texto original en portugués Conhecendo a Aldeia Maracanã (en portugués) Brasil expulsa a grupo indígena antes del mundial de fútbol 2014 – Global Voices […]